CAPA

Risco não é obstáculo.

É variável estratégica no seguro de crédito

No episódio 235 do ContraPonto, Pedro Felipe e Marcos Guerra recebem Felipe Tanus, Diretor de Crédito da Allianz Trade Brasil, para uma conversa sobre risco, seguro crédito e cenário macroeconômico. Tema: Risco, Crédito & Macroeconomia

Em um ambiente onde a volatilidade virou rotina, é preciso entender risco do seguro de crédito deixou de ser uma função operacional. Tornou-se uma decisão estratégica. Esse foi um dos pontos centrais do episódio 235 do ContraPonto, que você pode assistir na íntegra em nosso Canal no YouTube. A discussão aprofunda como risco, crédito e macroeconomia se conectam diretamente às decisões empresariais tema que dialoga com o que abordamos recentemente no episódio 234 sobre cobrança, recuperação de ativos e remarketing.

Empresas que utilizam seguro de crédito corporativo.

Com mais de 15 anos de experiência em seguro de crédito, análise de risco e relacionamento corporativo, Felipe Tanus compartilha como empresas podem proteger receita, sustentar crescimento e tomar decisões mais estruturadas mesmo diante de oscilações econômicas.

Formado em Administração pela FAAP e pósgraduado em Finanças pelo Insper, atua na gestão estratégica de exposição de crédito, combinando análise técnica, leitura macroeconômica e visão comercial para suportar resultados consistentes.

O risco como ferramenta de crescimento no seguro de crédito corporativo

Durante o episódio, fica claro que o risco não é inimigo do crescimento. O problema não está na exposição está na falta de estratégia.

Empresas que utilizam seguro de crédito, análise estruturada de rating e inteligência de mercado conseguem:

  • Preservar caixa
  • Reduzir perdas com inadimplência
  • Tomar decisões comerciais mais seguras
  • Expandir mercados com menor impacto financeiro

O risco, quando tratado como variável estratégica, deixa de ser ameaça e passa a ser alavanca.

Macroecônomia, crédito e sinistralidade no seguro de crédito

Outro ponto central da conversa foi o impacto do cenário macroeconômico no crédito corporativo.

Inflação, juros, câmbio e confiança do mercado afetam diretamente:

  • Limites de crédito
  • Capacidade de pagamento
  • Sinistralidade
  • Política de concessão

A leitura correta desses indicadores permite que empresas ajustem suas estratégias antes que o problema se torne prejuízo.

Rating, prevenção a fraudes e inteligência aplicada

Felipe Tanus também reforça que rating não é apenas uma nota — é ferramenta de decisão.

Quando bem utilizado, o rating:

  • Apoia negociações comerciais
  • Sustenta decisões de expansão
  • Protege margens
  • Reduz exposição desnecessária

A conversa ainda aborda prevenção a fraudes corporativas, automação de processos e uso de inteligência aplicada à gestão de risco elementos essenciais para grandes empresas que operam com alto volume de crédito.

Transformando risco em vantagem competitiva

Empresas que entendem risco como variável estratégica conseguem:

  • Crescer com proteção
  • Manter previsibilidade de receita
  • Sustentar margens
  • Tomar decisões baseadas em dados

Em um ambiente de incerteza, clareza é diferencial competitivo.

Este episódio é essencial para executivos financeiros, gestores de risco, crédito e líderes empresariais que precisam decidir com segurança, mesmo quando o cenário econômico oscila.

Redação Contraponto

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