CAPACrédito e Cobrança

A alta da inadimplência no início do ano: um desafio recorrente

Por que a inadimplência aumenta no início do ano e como agir de forma estratégica

O início do ano costuma ser um período sensível para o caixa das empresas. Impostos, reajustes contratuais, despesas sazonais e reorganização financeira de pessoas físicas e jurídicas pressionam o orçamento e elevam, de forma consistente, os índices de inadimplência no mercado.

Para gestores financeiros, áreas de crédito e cobrança e lideranças empresariais, esse cenário exige decisões mais estratégicas: agir rápido, reduzir perdas e preservar o relacionamento com o cliente, sem elevar custos operacionais.

Por que a inadimplência cresce nesse período?

Alguns fatores ajudam a explicar esse movimento:

  • Concentração de tributos e obrigações no primeiro trimestre;
  • Reajustes de contratos e serviços;
  • Reorganização financeira pós-festas e férias;
  • Prioridade de pagamento direcionada a despesas consideradas essenciais.

O resultado é um aumento no volume de títulos vencidos, maior pressão sobre o fluxo de
caixa e a necessidade de ações mais eficazes de recuperação.

Os limites dos métodos tradicionais de cobrança

Com as novas regras de telefonia, maior fiscalização sobre chamadas abusivas e o avanço de tecnologias que filtram ligações automáticas, a cobrança ativa por telefone vem perdendo eficiência. Além disso, esse modelo tende a gerar:

  • Aumento do custo operacional;
  • Baixa taxa de contato com o devedor;
  • Risco reputacional para a empresa;
  • Desgaste no relacionamento comercial.

Nesse contexto, métodos tradicionais deixam de ser suficientes para sustentar uma recuperação eficiente.

O protesto como ferramenta estratégica de recuperação de crédito

O protesto de títulos surge como uma alternativa altamente eficaz, especialmente em cenários de inadimplência elevada. Diferente da cobrança ativa, o protesto:

  • Atua de forma formal e institucional;
  • Gera impacto direto na decisão de pagamento do devedor;
  • Estimula a negociação de forma espontânea;
  • Preserva a empresa credora de abordagens agressivas.

Ao ser notificado, o devedor tende a buscar a regularização para evitar restrições maiores, o que acelera acordos e reduz o tempo médio de recuperação.

Protesto digital: eficiência, escala e menor custo

Com a digitalização dos cartórios, o protesto evoluiu. Hoje, o protesto digital permite:

  • Envio ágil e seguro dos títulos;
  • Redução de burocracia;
  • Escalabilidade para grandes volumes;
  • Integração com sistemas de crédito e cobrança.

Essa evolução torna o protesto uma solução moderna, alinhada às exigências atuais do mercado.

Como a Fatury se posiciona nesse cenário

A Fatury oferece uma solução de protesto digital totalmente integrada, permitindo que empresas recuperem créditos de forma simples, rápida e estratégica.
Mais do que uma ferramenta, a Fatury atua como parceira na geração de caixa, ajudando
empresas a atravessarem períodos de alta inadimplência com mais controle, previsibilidade e eficiência.
Ao integrar o protesto digital aos processos de cobrança, a empresa reduz custos, aumenta a taxa de recuperação e se adapta ao novo cenário regulatório e tecnológico do mercado.

Conclusão

Em um início de ano marcado por aumento da inadimplência, agir com estratégia é essencial. O protesto digital deixa de ser apenas uma alternativa e passa a ser um pilar fundamental da recuperação de crédito moderna. Empresas que adotam soluções integradas, como a Fatury, conseguem transformar inadimplência em oportunidade de reorganização financeira e fortalecimento do caixa.

Redação Contraponto

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